03 05 2019
Uma vez mais, Nova York surpreende.
Testemunha e age de forma contundente adiantando em público percepções que
ainda permanecem sendo gestadas em privado ou em pequenos grupos, sem
veiculação de mídia doméstica ou internacional. O museu em que o presidente
brasileiro pretendia ser recebido para jantar agradeceu a escolha e recusou-se
a hospedá-lo sequer por algumas horas. O restaurante Cipriani procedeu da mesma
forma. E o prefeito da cidade declarou em alto e bom som que sua presença não é
bem vinda à cidade. Agora, o que bomba é um #CancelBolsonaro, estimulado pelo senador
democrata Brad Hoylman. Vivo, Frank Sinatra recusaria incluir o fenômeno na
música que imortalizou. Afinal, Liza Minnelli e Pavarotti concordariam que o
nome do presidente só rima com coisa ruim. Ao que tudo indica, o chefe de nosso governo
dificilmente cantará “If I can
make it there, I'll make it anywhere
It's up to you, New York, New York”. E nós, passamos ao ato no #CancelBolsonaro?
It's up to you, New York, New York”. E nós, passamos ao ato no #CancelBolsonaro?
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