domingo, 12 de maio de 2019


03 05 2019

Uma vez mais, Nova York surpreende. Testemunha e age de forma contundente adiantando em público percepções que ainda permanecem sendo gestadas em privado ou em pequenos grupos, sem veiculação de mídia doméstica ou internacional. O museu em que o presidente brasileiro pretendia ser recebido para jantar agradeceu a escolha e recusou-se a hospedá-lo sequer por algumas horas. O restaurante Cipriani procedeu da mesma forma. E o prefeito da cidade declarou em alto e bom som que sua presença não é bem vinda à cidade. Agora, o que bomba é um  #CancelBolsonaro, estimulado pelo senador democrata Brad Hoylman. Vivo, Frank Sinatra recusaria incluir o fenômeno na música que imortalizou. Afinal, Liza Minnelli e Pavarotti concordariam que o nome do presidente só rima com coisa ruim. Ao que tudo indica, o chefe de nosso governo dificilmente cantará “If I can make it there, I'll make it anywhere
It's up to you, New York, New York”. E nós, passamos ao ato no
#CancelBolsonaro?

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