domingo, 27 de março de 2011

Grupos de Extermínio ainda se fazem presentes na PM paulista




por  José dos Reis Santos Filho 


Novamente a polícia em questão. Dessa vez, graças, provavelmente, às lutas corporativas travadas entre a Polícia Civil e a Polícia Militar, e, certamente, à perspicácia de uma repórter, tivemos acesso ao número de mortes provocadas por “grupos de extermínio” nos últimos anos. Em tese, desde a ascensão dos estados nacionais, isso já há muitos séculos, a violência tornou-se monopólio de instituições especializadas, criadas com essa finalidade. Ainda assim, em países como o nosso, essa não tem sido uma tarefa fácil. Pululam grupos privados que tomam para si o exercício do extermínio por qualquer motivo – o sindicalista rural que incomoda, o ambientalista que atrapalha, o advogado que obstaculiza, o jornalista que divulga, enfim, o traficante que disputa pontos de venda, são inúmeros os alvos e os motivos. Mas abundam também grupos de policiais que tomam para si a utilização de armas e uniformes para objetivos que estão além, muito além de suas funções. Pior: muito aquém daquilo que a ordem constitucional e o processo civilizatório exigem. Através do link abaixo, algumas observações sobre o assunto, “no calor da hora”.

http://cbn.globoradio.globo.com/programas/jornal-da-cbn/2011/03/25/GRUPOS-DE-EXTERMINIO-FORMADOS-POR-PMS-MATARAM-CERCA-DE-150-EM-SP-ENTRE-2006-E-2010.htm

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